Contratos digitais de fintechs podem trazer juros muito acima da média de mercado, tarifas não informadas e cláusulas abusivas. É possível pedir a revisão judicial do contrato quando esses vícios são demonstrados.
Analisar Meu Caso explicodireito.com.brAs fintechs cresceram rapidamente no Brasil oferecendo crédito fácil e rápido via aplicativo. Porém, muitos contratos digitais contêm juros abusivos, cobranças não autorizadas e cláusulas que ferem o Código de Defesa do Consumidor.
O consumidor clica em "aceitar" sem ler dezenas de páginas de termos e acaba preso em dívidas que crescem rapidamente. O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras — é o que diz a Súmula 297 do STJ. Se determinada fintech se enquadra nessa condição, e quais cláusulas são de fato abusivas, são questões que dependem da análise do contrato concreto.
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Você preenche o formulário e envia o contrato e extratos da fintech.
Calculamos os juros cobrados, identificamos cobranças indevidas e estimamos o valor a recuperar.
Notificamos a fintech exigindo revisão do contrato e devolução dos valores excedentes.
Se não houver acordo, ingressamos com ação pedindo revisão dos juros e devolução do excesso pago.
Buscamos a revisão judicial dos juros ao patamar legal e a devolução do excesso cobrado ao longo do contrato.
Dica: Acesse o app da fintech e tire prints de todas as telas que mostrem as condições do seu contrato. Muitas fintechs alteram os termos ao longo do tempo — registre agora.
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